Ações devem chegar a US$1 mil em 12 meses, elevando o valor de mercado da empresa para um nível jamais visto
Gene Munster, analista da Piper Jaffray, diz que, devido ao sucesso de vendas de seus produtos e da grande valorização da companhia, a Apple pode estar prestes a quebrar recordes. O analista aposta que, em 2014, a empresa valerá US$1 trilhão (cerca de R$1,8 trilhão).
O valor seria o mais alto já atingido por uma empresa na história. O recorde atual é da Microsoft, que, em 1999, atingiu a marca de US$619 bilhões. Munster diz que os iPhones devem vender 10% a mais do que o esperado, chegando a 33 milhões de unidades entregues, sem contar as vendas de iPads e Macs.
A estimativa também é alimentada pela previsão de Brian White, da Topeka Capital Markets, que diz que as ações da Apple vão ultrapassar a barreira dos US$1000 em 12 meses. Isso acontecerá devido à procura de novos mercados, além do crescimento apontado na China.
Brian diz que, "levada por um portfólio ainda maior de produtos inovadores, uma crescente tecnologia digital integrada, estética inigualável e uma marca capaz de tocar a alma de consumidores de todos os tipos, a Apple é uma febre que se espalha como fogo ao redor do mundo e não vemos fim para essa tendência", segundo a Reuters.
Atualmente, as ações da empresa valem US$628,20 (cerca de R$1,1 mil). Diversos analistas chegaram a duvidar que elas chegassem ao valor de US$500 ou US$600, mas parece que a empresa supreendeu. Hoje, ela já é a companhia que tem o maior valor de mercado em todo o mundo
.
Acredite: o Google lucra mais com o IOS do que com o Android. Pelo menos é isso que aponta um estudo do consultor Horace Dediu, da Asymco.
O Android gerou mais de US$ 550 milhões em receita para o Google entre 2008 e 2011. No mesmo período, a receita obtida com o uso de produtos Google em dispositivos IOS foi quatro vezes superior. Ou seja, por mais que o Android esteja em mais dispositivos do que o iOS, é a plataforma da Apple a principal responsável pelos lucros do Google, e não o sistema próprio criado pela empresa.
O motivo é simples. No iPhone, o Google é o sistema padrão de buscas. Serviços como o Google Maps também estão presentes nos dispositivos da Apple, e, assim, a empresa consegue lucrar com a publicidade em seus softwares, assim como qualquer anuncio dos AdWords presente em sites acessados pelo Safari no iPhone
Jailbreak para qualquer modelo iPhone e iPod Touch Firmware 3.1/3.1.2 com blackra1n - Firmare 3.1.2, iPhone, iPod Touch, Jailbreak, Tutoriais
O blackra1n é a ferramenta de Jailbreak para todos os dispositivos com firmware 3.1/3.1.2, siga atentamente.
AVISO: aqueles que possuem iPhone 3GS e iTouch 3G, após feito o Jailbreak, quando fizerem Reboot em seus dispositivo, será necessário executar o Jailbreak de novo.
Seu dispositivo deve estar atualizado para a versão 3.1.2, se não estiver faça agora.
Entre neste site - http://blackra1n.com/ - para fazer o download da ferramenta de Jailbreak. Basta clicar no logo do Sistema Operacional do seu computador (Windows ou Mac), faça o download e salve em um lugar de fácil acesso.
Plugue seu dispositivo ao Computador e execute o blackra1n que você acabou de baixar (é só clicar no icone).
Aparecerá a seguinte janela, clique no único botão que tem, 'make it ra1n'.
A imagem de modo regular cobrança em seu iPhone será substituída por uma imagem de GeoHot.
Clicado em 'make it ra1n', ele começará a rodar, é bem rápido, quase não verá a tela abaixo.
Seu dispositivo entrará em mode de recuperação (Recovery Mode).
Enquanto isso, aparecerá uma linda foto do GeoHot (totalmente digno por nos ajudar com esta maravilhosa ferramenta).
Terminado o processo, seu dispositivo reiniciará (Reboot).
Uma janela popup irá aparecer e lhe informar que o blackRa1n é um software livre e que se você quiser poderá fazer uma doação para o GeoHot no geohot@gmail.com
Terminado o Reboot, você notará que apareceu na SpringBoard de seu dispositivo um icone de uma gotinha preta (blackra1n). Certifique-se que tenha conexão a internet e toque no blackra1n em seu dispositivo.
Na tela que aparecer haverá a opção para instalar o Cydia, Rock e ultrasn0w. Selecione qual deseja instalar (Recomendado instalar apenas o Cydia) e instale-o(botão Install)
Aguarde enquanto o blackra1n baixará e instalara o aplicativo selecionado.
Terminado o processo, seu dispositivo será reiniciado e verá o icone do aplicativo que baixou (Cydia).
Caso você deseje excluir o icone do blackra1n de seu dispositivo, entre nele novamente e toque no sinalzinho vermelho, aparecerá a opção delete, toque nele e aguarde terminar, pronto!
Agora use e abuse com o seu dispositivo jailbroken!!!
Relembrando o aviso acima: para aqueles que possuem iPhone 3GS e iTouch 3G que acabou de fazer Jailbreak, quando fizerem Reboot em seus dispositivos, será necessário executar o Jailbreak de novo.
Com o Google’s Cloud Print, você pode imprimir diretamente de seu Android ou IOS em qualquer impressora que esteja por perto. Agora, você pode ver o novo recurso, indo para o Gmail e pressionando o botão com seta dupla “More” e depois “Imprimir” no menu drop-down resultante.
cloudprint-200x300Ao contrário do AirPrint Apple, que funciona através da rede Wi-Fi local e, atualmente, requer uma impressora compatível com AirPrint (tudo na Apple é difícil), o Cloud Print envia seus trabalhos de impressão através da Internet. Você precisa instalar o navegador Chrome em qualquer computador com impressora e, em seguida, habilitar a nuvem de impressão nas configurações. Isso está vinculado a sua conta do Google, e há uma página para gerir as suas impressoras e trabalhos de impressão.
Você vai precisar de um PC com Windows conectado à impressora, usando o Google Chrome 9.0.597.1 ou posterior. Linux e Mac devem ter versões deste sistema em breve. Atualmente você pode imprimir e-mails do Gmail e documentos do Google Docs. Você também pode imprimir a partir de computadores do Google Chrome portátil.
Isso é exatamente como a impressão deveria ser – não se preocupar com drivers ou instalação, basta acessar a sua conta e impressão. É irônico que isso aconteceu justamente quando a maioria de nós já não precisam de imprimir qualquer coisa no papel.
Amazon Web Services (AWS) é um conjunto de serviços de computação remota (também chamados web services) que juntos, constituem uma plataforma de computação em nuvem, proporcionada através da Internet pela Amazon.com. Os serviços mais populares são o Amazon EC2 e o Amazon S3.
Como eu sou defensor, entusiasta e usuário dos serviços na nuvem, vou começar pelas coisas ruins, normalmente omitidas. Dizem que a primeira impressão é a que fica, então, se você descobrir que a nuvem não serve aos seus propósitos, é melhor nem começar a usar do que usar e falar mal se houver alguma frustração por falta de conhecimento.
Precisamos todos entender que sempre estamos correndo algum tipo de risco, e no máximo, podemos minimizá-lo. A parte que não está sobre o nosso controle, entregamos à sorte, Deus ou ao mero acaso.
Entretanto, antes talvez você queira conhecer os atalhos de teclado do novo Windows 8, que não por qualquer motivo, também terá forte integração com serviços na nuvem.
Microsoft usa e oferece serviços na nuvem
Entendendo onde está o calcanhar de Aquiles
Em termos muito simples, usar os serviços na nuvem é como guardar dinheiro no banco. Podemos retirá-lo em todas as agências deste banco quando desejarmos. Desta forma, fica com o banco a responsabilidade de gerir e guardar nosso dinheiro. Se uma das agências desabar em um terremoto, o dinheiro ainda poderá ser sacado em outros postos de atendimento.
No outro lado da moeda, guardamos o dinheiro em uma única agência, que também aparenta ser moderna e flexível, afinal tem inúmeros caixas eletrônicos onde sacar o dinheiro. Neste caso, porém, se o supracitado terremoto destruir a agência, os caixas eletrônicos deixarão de funcionar e seu dinheiro desaparece.
Na analogia acima, por dinheiro, entenda-se os nossos arquivos. Fica claro que se o banco falir, em ambos os casos nossos arquivos correm um sério risco de deixar de existir. O banco com várias agências é a nuvem, enquanto que o banco com uma agência é a sua empresa de hospedagem com data center em uma única localização geográfica.
Creio que o leitor já entendeu que, em síntese, sua percepção do que é mais seguro é que o levará a tomar a decisão sobre que tipo de serviço usar. Não existe receita de bolo aplicável a todos, entretanto, a nuvem tende a ser uma solução aplicável com mais eficácia, na esmagadora maioria dos casos.
Cloud Computing
Motivos para usar serviços na nuvem
Se eu tivesse que resumir, usaria os termos: mobilidade, produtividade e colaboração.
1 – Sincronização
Aplicativos e serviços rodando na nuvem não estão na sua máquina, logo, você pode acessá-los em qualquer lugar onde haja Internet. Muitos deles possuem sincronização automática.
O serviço de armazenamento de arquivos Dropbox, por exemplo, conta com um aplicativo que pode ser instalado no seu computador com Windows, Mac ou Linux, além de também ter versões para smartphones e tablets. Com efeito, quando você coloca um arquivo em um dos seus dispositivos, ele será automaticamente replicado para todos os seus outros dispositivos que tem o aplicativo Dropbox instalado.
2 – Compartilhamento
Esta também é uma das características mais interessantes da nuvem. Serviços como o Google Docs e Google Agenda permitem que um grupo de pessoas compartilhe documentos do Office, como arquivos Word e Excell, ou uma agenda de compromissos ou eventos.
Desta forma, todo grupo de trabalho terá acesso pleno à versão atualizada de um documento, enquanto que, se a data ou horário de um compromisso for modificado, todos os envolvidos serão avisados via e-mail ou até por SMS.
3 – Bom para o meio ambiente
O ambiente em nuvem consome menos energia que os modelos tradicionais. É mais barato para uma empresa, em se tratando de consumo de energia elétrica, manter sua estrutura em servidores rodando na nuvem.
Assim, ao usar serviços como Hotmail, SkyDrive, Gmail, Dropbox, Box e outros, você está colaborando para um uso mais racional dos recursos do nosso planeta.
4 – Menos suscetível a desastres naturais
Imagine que todos os e-mails importantíssimos da sua empresa estão hospedados em um servidor localizado naquele data center maravilhoso, que lhe foi apresentado como ultra-seguro, com sistemas de proteção contra incêndio e falta de energia elétrica, além de acesso limitadíssimo de pessoas, restringido por leitores de retina.
Pois bem, tudo isso não terá qualquer valor caso aconteça uma catástrofe natural de grandes dimensões na região onde o data-center está localizado.
Por outro lado, uma das características dos serviços na nuvem é não manter os dados apenas em uma região geográfica. Quando em nuvem, aqueles seus e-mails importantíssimos também teriam uma cópia em outros servidores distantes centenas, talvez milhares de quilômetros, e você não os perderia e não deixaria de poder acessá-los.
5 – Riscos menores
Ao contrário do que alguns críticos afirmam, os serviços na nuvem são mais seguros. Além de todos os backups e infraestrutura encontrada nas empresas de servidores tradicionais, as empresas na nuvem criam backups localizados em outras regiões geográficas e os disponibilizam automaticamente em caso de falhas. A não ser em casos muito críticos, daqueles raros e difíceis de prever, o usuário sequer perceberá que ocorreu a falha.
6 – Maior disponibilidade
A capacidade dos sistemas em nuvem monitorarem a si próprios e conseguirem solucionar problemas automaticamente, os tornam mais disponíveis que os sistemas usados por empresas tradicionais. Em paralelo a isso, os sistemas em nuvem conseguem ampliar sua capacidade de atender a demanda de acessos sozinhos, sem interferência humana. Pense no Gmail, no seu tamanho, abrangência e quantidade de usuários. Quando você viu o serviço fora do ar?
7 – Muito mais barato
No modelo tradicional, uma quantidade de recursos previamente definidos tem que ser alocados para o cliente. Não importa se ele usar a menos, terá que pagar a quantia cheia. Por outro lado, se ultrapassar o limite previamente definido, seus serviços irão parar de funcionar.
No caso da nuvem, ainda existe a possibilidade de reservar uma quantidade de recursos mínimos, porém o sistema pode ser configurado para ser ampliado e diminuído automaticamente de acordo com a demanda. Assim, pagamos um preço fixo pelos recursos reservados e um preço variável pelo recurso dinamicamente alocado. Ou seja, pagamos pelo que efetivamente precisamos usar.
O mesmo vale para transferência de dados e espaço em disco ocupado, onde só é cobrado o que efetivamente foi utilizado.
Isto vale para um serviço de e-mail como o Microsoft Live Mail (Hotmail), como para o servidor de e-mail da sua pequena empresa.
Em se tratando de Brasil, a economia as vezes supera os 50%.
Serviços na nuvem
Empresas e serviços que usam a nuvem
Sabia que até os jogos da Playstation Network serão armazenados na nuvem?
·Dropbox – Armazenamento e compartilhamento de arquivos
·Box – Armazenamento e compartilhamento de arquivos
·Netflix – Streaming de vídeos
·Gmail – Serviço de e-mail
·Hotmail – Serviço de e-mail
·Peixe Urbano – Compras coletivas
·Gol Linhas Aéreas – Empresa de aviação
·Ericsson – Empresa de tecnologia
·HootSuite – Plataforma de gerenciamento de redes sociais
·IBM – Empresa de tecnologia
·LiveMocha – Ensino de idiomas
·IMDB – Banco de dados de informações sobre filmes
·Second Life – Plataforma de realidade virtual
·Casa & Vídeo – Loja de variedades
·Yelp – Plataforma de opinião compartilhada de usuários sobre serviços de terceiros
·Foursquare – Rede social baseada em localização
·Sonico – Rede social
·Alexa – Serviço de estatísticas Web
·Facebook – Rede social
·Twitter – rede social
Quer conhecer apenas a ponta microscópica do iceberg. São milhões de empresas usando a nuvem e o número não para de aumentar. Conheça algumas dezenas delas aqui.
O futuro da computação em nuvem no Brasil – Vídeo
Mais sobre a nuvem no Brasil
Hoje, cerca de 12% das empresas usam serviços em nuvem. Atualmente o Brasil é o líder de utilização de serviços em nuvem da América Latina, com previsão de chegarmos a 35% em 2013.
O famoso custo Brasil ainda é um fator proibitivo. Tudo que é feito aqui, ainda que seja idêntico ao que é feito no exterior, custa mais caro. Isto não é diferente com os serviços na nuvem.
Entretanto, a própria arquitetura dos serviços em nuvem, os fazem ser mais econômicos que os modelos tradicionais. Um bom exemplo disso é a Amazon Web Services que chegou ao Brasil em dezembro de 2011 e já tem milhares de clientes. A cada dia, o número de pessoas e empresas que se despedem do modelo tradicional aumenta.
Cuidados com empresas mentirosas
Este subtítulo poderia ser mais ameno, mas não encontro outro termo mais representativo do que as empresas tradicionais estão fazendo.
Rapidamente o poder dos serviços em nuvem está conquistando novos usuários, enquanto faz com que empresas tradicionais baixem os preços e mintam descaradamente, usando termos como Cloud, Computação em Nuvem, entre outros.
Ocorre que, no caso de servidores Web, se não houver flexibilidade, escalabilidade automática, cobrança apenas do que é usado e principalmente, uma API que dá acesso gerencial pleno à desenvolvedores, o serviço pode ser considerado na nuvem.
Como hospedar um site gratuitamente por um ano na nuvem
Atualmente, os sistemas operacionais (SO) estão cada vez mais fáceis de usar, possuindo interfaces muito simples e bonitas. Contudo, todas estas funcionalidades não surgiram do nada, foram evoluindo com o tempo. Por exemplo, a bela interface gráfica do Windows Vista é resultado de mais de 20 anos de desenvolvimento, desde as primeiras versões deste SO. Por isso, criamos este artigo que conta a história dos sistemas operacionais, incluindo os principais representantes de cada época.
Sistema operacional não é a maquina
Atualmente, ainda são comuns alguns equívocos em relação ao sistema operacional. Por exemplo, todos alguma vez já ouviram um diálogo como este:
- Que computador você irá comprar?
- Vou comprar o Windows.
O diálogo acima demonstra um erro muito comum no mundo da informática: pensar que o sistema operacional é a máquina em si. Basicamente, o computador é composto por duas grandes categorias: hardware e software. A primeira delas se refere à parte física da máquina, ou seja, o que pode ser tocado fisicamente. Já a segunda abrange a parte lógica responsável por realizar tarefas, utilizando-se do hardware para a realização de suas tarefas.
Por isso, sistemas operacionais como o Windows, Linux ou o MAC OS, são apenas softwares que gerenciam toda a atividade do hardware, mas não o computador em si. Consequentemente, em um PC que contenha um dos SOs citados acima, quase sempre é possível instalar outro.
Sistemas operacionais primitivos
Primeiramente, vamos tratar sobre a gênese dos sistema operacionais, abordando a forma como eram desenvolvidos nas décadas de cinquenta, sessenta e setenta.
Máquinas que não usavam SO
A primeira geração da computação moderna (1945-1955) não trabalhava com o conceito de sistema operacional propriamente dito, visto que as operações eram setadas através de hardware. Por exemplo, chaves, quilômetros de fios e luzes de aviso, como na foto abaixo do Eniac. Nesse período, era muito comum que a mesma pessoa projetasse, programasse e utilizasse os computadores. A principal implicação desta abordagem é o fato de que era muito difícil criar rotinas programáveis, exigindo trabalho intenso dos operadores de máquinas.
Programação em Batch
O conceito de sistema operacional apareceu durante a segunda geração da computação moderna (1955 - 1965), através da programação em Batch. Assim, vários comandos já poderiam ser executados em sequência através de cartões perfurados, eliminando parte do trabalho do operador de terminal. Normalmente, um programa era composto por um conjunto de cartões inseridos pelo usuário do sistema, na ordem correta.
Sistemas específicos
Em meados da década de 60, os primeiros sistemas operacionais foram desenvolvidos conforme a evolução da tecnologia da época. Contudo, cada máquina possuía seu próprio SO específico, o que implicava na incompatibilidade de mainframes distintos. Um dos maiores representantes foi o CTSS, criado pela MIT, sendo lançado em 1961 para o computador IBM 7090.
Unix, o primeiro sistema operacional moderno
Visando ao problema da incompatibilidade de SOs de máquinas distintas, um grupo de desenvolvedores da AT&T ciaram o Unix em 1969, sendo o primeiro sistema operacional moderno da computação. É possível afirmar que mais de 90 porcento dos SOs atuais foram influenciados de alguma maneira pelo Unix.
Sua primeira versão foi escrita em linguagem assembly, sendo posteriormente reescrito em C no ano de 1973, linguagem utilizada até os dias de hoje. Este sistema introduziu conceitos muito importantes para a computação: portabilidade, multi-usuário, multi-tarefas e compartilhamento de tarefas.
Durante a década de 70, o Unix foi distribuído gratuitamente (incluindo seu código fonte) para universidades e órgãos governamentais norte-americanos, o que conferiu muita popularidade a este sistema. Sua interface era totalmente em modo texto sem interface gráfica
Em 1977 foi lançado o BSD, sistema operacional fortemente baseado no Unix, focado principalmente para a execução em máquinas específicas de alto desempenho, como o famoso computador VAX, o qual foi uma referência de hardware na época.
Sistemas Operacionais para computadores pessoais
Tanto o Unix quanto o BSD, em suas primeiras versões, foram desenvolvidos para o uso de computadores de grande porte, normalmente em universidades. Contudo, alguns jovens programadores possuíam uma ideia absurda para época: criar sistemas operacionais para o uso de pessoas comuns.
Steve Jobs e a Apple
Um dos primeiros a pensar desta forma foi Steve Jobs, fundador da Apple. Desde a criação de sua empresa, seu principal foco foi a criação de computadores para o dia-a-dia, incluindo sistemas operacionais fáceis de serem operados. O lançamento do Apple I em 1976, um dos primeiros computadores pessoais, foi um marco na história da computação.
Pela primeira vez, um PC continha um teclado fácil de ser utilizado, com uma mini-televisão adaptada como monitor. Assim, conhecimentos avançados de computação já não eram mais requisitos para se operar um PC. Jobs fez questão de criar o seu sistema operacional do zero, sem se basear inicialmente no Unix. Nos anos seguintes, os modelos Apple II e Apple III foram lançados no mercado, um sucesso de vendas. Suas interfaces gráficas eram muito primitivas comparadas com o padrão usado atualmente, mas avançadíssimas para a época.
Em meados de 1979, Steve Jobs tomou conhecimento sobre o desenvolvimento de um computador totalmente inovador pela Xerox Parc. Em uma vista a esta empresa, ele ficou deslumbrado com Xerox Alto, um PC que possuía uma interface gráfica (GUI) totalmente revolucionária. Pouco tempo depois, a Apple lançou o Lisa, aproveitando todas as ideias gráficas do computador. Não é nem preciso dizer que o sucesso foi estrondoso. Cada versão do Apple possuía um sistema operacional distinto.
Como se não bastasse, o Apple Machintosh foi lançado em 1984, introduzindo o conceito de desktop, utilizando ícones e pastas para representar programas e arquivos do modo como conhecemos hoje. Esta máquina acompanhava o revolucionário e inovador sistema chamado MAC OS. Seu sucesso foi estrondoso em todo EUA, principalmente pela vinculação de seu comercial durante a final do Superbowl do mesmo ano.
Com o passar dos anos, as novas versões do Macintosh e o do MAC OS já não eram mais populares como antes, o que fez com que a Apple perdesse bastante mercado para a Microsoft. No final dos anos 90, o código do Macintosh apresentava muitos problemas, o que obrigou que um novo plano fosse traçado. Em 2001, a Apple surpreendeu o mundo da informática, abandonando o seu próprio código e reescrevendo todo o seu sistema operacional usando o Unix como base. A partir daí, ele passou a se chamar MAC OSX, sistema que continua forte até os dias de hoje.
Bill Gates e a Microsoft
Voltando ao final da década de 70, outro jovem programador, chamado Bill Gates, também possuía o desejo de revolucionar o mundo da informática. Em 1975, ele fundou a Microsoft, empresa que possuía como objetivo primário o desenvolvimento de software em linguagem BASIC para o computador Altair da IBM. Com o sucesso dos programas desenvolvidos pela Microsoft, a empresa afirmou que possuía um sistema operacional completo. A IBM se interessou pelo projeto e ambas as organizações afirmaram um contrato, em 1979.
Entretanto, a Microsoft estava com sérios problemas, pois não possuía um sistema operacional de verdade. A solução encontrada foi a compra do SO da Seattle Computer Products pelo valor de $50.000. Muitos o chamam de negócio do século, pois a partir de 50 mil dólares, a Microsoft possui o patrimônio atual avaliado em dezenas de bilhões de dólares.
Após várias melhorias sobre o sistema comprado, a Microsoft lançou MS-DOS em 1982 cuja interface era baseada em modo texto, bastante parecida com a utilizada pelo Unix. Na época, esse SO não chamou tanta atenção, pois o Apple Lisa de Steve Jobs já trabalhava com uma interface gráfica. Tomando conhecimento deste problema, Bill Gates fez uma vista a Apple, com o objetivo básico de conhecer a empresa. Ao final da visita, Gates convenceu Jobs a ser incluído no desenvolvimento do Macintosh.
O objetivo de Gates era maior que isso: copiar a interface gráfica do Machintosh, e foi exatamente isso que aconteceu. No lançamento do novo PC da Apple, Steve Jobs descobriu que a Microsoft estava lançando máquinas no Japão, cujas interfaces eram muito parecida com a do seu computador. Após a quebra da parceria entre os dois, Gates lançou o Sistema Operacional Windows 1.0 em 1985, batendo de frente com o MAC OS.
Após problemas de administração, Jobs foi demitido da Apple, o que desestabilizou a empresa, retornando somente em 1997. Assim, a Microsoft foi ganhando cada vez mais mercado no mercado, lançando o Windows 2.0 em 1987, trazendo melhorias consideráveis na parte visual e no gerenciamento de memória.
Windows 3.0 e 3.11
No início dos anos 90, o mercado de sistemas operacionais sofreu novo boom com o lançamento do Windows 3.0 (1990) e Windows 3.1(1992). Na sua versão 3.0, a memória passou a ser gerenciada de maneira muito mais eficiente, incluindo a melhora substancial na interface gráfica. Foi criado um painel de controle e um gerenciador de arquivos organizado, facilitando todo o trabalho do usuário.
Um dos principais motivos que contribuíram para seu sucesso foi o fato do sistema já vir instalado de fábrica em um grande número de máquinas.
O Windows 3.1, incluindo seu service pack 3.11, trouxe melhorias à versão 3.0, como uma interface de rede melhor desenvolvida. Em 2 meses de lançamento, o 3.1 vendeu 3 milhões de cópias.
Windows 95, 98 e ME
No ano de 1995, foi lançada no mercado a nova versão deste sistema operacional, o Windows 95. Esta versão foi tão importante para informática que acabou definindo o padrão com que o desktop é organizado, o qual ainda é utilizado no Vista. Por exemplo, podemos citar o botão Start, o menu Iniciar, a barra de tarefas e o gerenciador de arquivos Windows Explorer. Após alguns services packs, esta versão passou a suportar a leitura de dispositivos USB, o navegador internet explorer, entre outras funcionalidades.
Dando continuidade a seu antecessor, a nova versão deste sistema foi lançada no ano de 1998, chamada de Windows 98. Apesar de apresentar melhorias em relação ao 95, o SO era um pouco lento e instável. Tais problemas só foram arrumados com o Windows 98 SE (Second Edition), lançado em 1999, que incluía funções avançadas para compartilhamento de rede, suporte integrado a drivers de DVD-ROM, entre outras tarefas
O sucessor, Windows Me, lançado em 2000, foi um dos maiores fracassos na questão de sistema operacional, pois era muita instável. Possuía somente poucas melhoras em relação ao Windows 98 SE. Por isso, logo foi deixado de lado.
Todas as versões apresentadas até aqui usavam o MS-DOS como núcleo do sistema, ou seja, o Windows funcionava como uma espécie de ambiente gráfico. Com o passar do tempo, o uso desta arquitetura tornou-se insuportável, visto que o MS-DOS não conseguia dar conta de processar tantas informações, o que ficou evidente no Windows Me.
Windows XP e Vista
Lançado em 2001, o Windows XP tornou-se um marco na história dos sistemas operacionais, principalmente por trazer muitos recursos totalmente novos. Entre eles é possível citar que o sistema tornou-se muito mais seguro, através da diferenciação de permissões entre administradores e usuários comuns. A estabilidade também é uma de suas fortes características, pois o número de telas azuis diminuíram consideravelmente.
O principal motivo para todo esse avanço é uso do núcleo (kernel) NT como base, que exclui totalmente a necessidade do MS-DOS. Na verdade, o núcleo NT já vem sido usado desde outras versões do Windows lançadas para uso de servidores, como o Windows NT (1993) e Windows 2000 (2000). Contudo, foi somente no XP que esta arquitetura foi lançada para o usuário comum.
Depois de seis anos de espera, a Microsoft lança o Windows Vista, em 2007, que foi muito aguardado pelos usuários. Ao contrário do XP, esta nova versão desapontou o público de uma maneira geral, principalmente por exigir uma máquina muito potente. Somente em computadores top de linha é possível observar vantagens no desempenho do Vista, principalmente pela suporte a multi-core. Seu grande destaque foram os efeitos gráficos de última geração provido pelo pelo Aero e o Flip 3D.
A nova versão deste SO, Windows Seven, já está em desenvolvimento.
Sistemas Operacionais Livres
Até o exato momento, apresentamos a evolução dos principais sistemas proprietários do mercado: Mac OS X e Windows. Agora, vamos focar nos sistemas livres. Apesar de fazer bastante sucesso nos anos 70, o Unix continuou a ser desenvolvido durante toda esta década e a seguinte também. No ano de 1983, um revolucionário programador chamado Richard Stallman criou o projeto GNU, ele afirmava que os softwares deveriam ser desenvolvidos de maneira livre, sem restrições na leitura ou modificação de seus códigos fontes.
Em 1984, o MIT desenvolveu o X Window System, que como o seu nome diz, é um sistema gráfico de Janelas para o Unix. Ele permaneceu proprietário até 1987, quando uma versão opensource foi lançada, sendo incorporada no desenvolvimento deste sistema operacional. Um dos principais objetivos da GNU sempre foi desenvolver a sua própria versão do Unix, através de um Kernel próprio, chamado de GNU Hurd. Contudo, este núcleo possuía muitas falhas de sistema, comprometeu muito o seu desenvolvimento.
O kernel Linux
Visando estas falhas, um programador chamado Linus Torvalds estava desenvolvendo outro kernel para o GNU, chamado de Linux, em. Em seu primeiro lançamento oficial (1991), na versão 0.2, o Linux já possuía mais funcionalidades que o GNU, o que atraiu bastantes desenvolvedores. Pouco tempo depois, o núcleo criado por Torvalds já era o sistema GNU mais usado do mundo.
Além disso, os programadores eram e ainda são livres para utilizar o kernel Linux em seus próprios sistemas, o que acabou gerando as famosas distribuições como conhecemos hoje . As primeiras ficaram conhecidas como Debian e Slackware, ambas lançadas no Ano de 1993. No início, eram difíceis de serem utilizadas, comparadas com os Windows 3.11 e 95, pois exigiam um conhecimento profundo de computação por parte dos usuários.
Com o tempo, as distribuições Linux foram se tornando cada vez mais fáceis de serem utilizadas, principalmente para atrair o usuário comum do computador. Atualmente, utilizar este sistema é tão fácil quanto o Windows, principalmente em distribuições como o Ubuntu.
Conte-nos suas experiências com sistemas operacionais
Caso você tenha experiências interessantes com sistemas operacionais citados ou não neste artigo, sinta-se à vontade para compartilhá-las com a gente.
Confira quanto dinheiro os principais sites da atualidade perderiam se ficassem apenas um dia desativados.
Em protesto ao SOPA, várias empresas anunciaram que participariam de um movimento organizado em que fariam um “blackout”, ou seja, de alguma forma limitariam os seus serviços online. No dia 18 de janeiro, realmente muitos sites realizaram ações que explicitavam sua contrariedade ao projeto de lei.
Um dos serviços que apresentou uma das medidas mais drásticas foi a Wikipédia, que ficou 24 horas fora do ar. Todavia, tempo significa muito dinheiro na internet. Pensando nisso, o site The Next Web reuniu algumas notícias sobre o faturamento dos principais sites e serviços da atualidade e fez alguns cálculos para descobrir quanto eles perderiam em um dia que ficassem desativados. Confira a lista abaixo:
Conheça os limites dos componentes mais quentes de sua máquina. Será mesmo que tanto calor pode gerar uma explosão?
Pode ser que você já tenha experimentado problemas de altas temperaturas no computador, ainda mais se você mora em uma região muito quente ou se por acaso seu PC já tem muito tempo de uso. Isso é normal, afinal, componentes eletrônicos têm como propriedade natural esquentar devido ao efeito Joule — algo que explicaremos posteriormente.
Muitas pessoas têm curiosidade quanto à temperatura máxima que o processador e outros componentes aguentam. Descobrir tal informação não é nada difícil, visto que a maioria dos dispositivos conta com uma ficha técnica que possui tal especificação. Assim, basta conferir o manual ou o site oficial do produto para descobrir a informação.
Informações sobre a GeForce GTX 580 (Fonte da imagem: Reprodução/NVIDIA)
Agora, quando as dúvidas vão além do que é relatado pelo fabricante, resta apenas recorrer ao Tecmundo para descobrir as respostas. Hoje, vamos comentar sobre a temperatura máxima dos principais componentes do PC e quais as possibilidades de ocorrer uma explosão.
Calor e muito mais calor
Esse tal de efeito Joule é o processo de transformar energia elétrica em calor, algo que você deve ter aprendido nas lições de física do ensino médio. Durante as aulas, seu professor provavelmente abordou algo sobre a resistência dos materiais e o calor que é gerado quando os elétrons tentam passar através deles.
Um processador, por exemplo, não realiza apenas 200 ou 300 cálculos e simplesmente para de trabalhar. Muito pelo contrário, são milhões de cálculos por segundo, o que significa energia transitando de um lado para outro e, consequentemente, muito calor sendo gerado a todo instante devido à resistência dos materiais que compõem as trilhas internas da CPU.
O calor precisa ser removido rapidamente para que não haja um aumento súbito de temperatura nas peças internas do processador, visto que o chip vai continuar trabalhando e gerando mais calor. Daí a necessidade de aplicar pasta térmica e instalar um cooler.
A temperatura máxima de operação
Todo componente possui limites bem específicos. Seja a placa gráfica, o chipset ou a CPU, todos têm uma limitação de temperatura. As fabricantes informam a temperatura máxima de operação para que o consumidor saiba até quantos graus o dispositivo deve operar normalmente.
Esse valor também serve como parâmetro de referência para monitorar o funcionamento dos componentes. Vale salientar que seu processador dificilmente vai ultrapassar a temperatura máxima de operação, pois tanto a CPU quanto a placa-mãe trazem mecanismos para avisar quando há um sobreaquecimento e recursos para desligar o chip antes que ele queime.
Ultrapassando a temperatura máxima
Apesar das proteções, existem meios de forçar um processador a trabalhar acima do máximo dessa medida. Claro, há também situações em que a CPU já está desatualizada e não há qualquer recurso para evitar esse inconveniente. Mas, afinal, qual seria a real temperatura máxima de uma CPU?
Em teoria, o máximo que um processador pode atingir é 150 °C. Esse valor é, na verdade, referente à temperatura máxima de junção de um transistor de silício. Contudo, não pense que sua CPU vai aguentar acima dos 100 °C — a própria Intel informa que esse é o valor de junção. Qualquer aumento acima do parâmetro máximo de operação deve resultar em telas azuis e reinicializações aleatórias.
Caso nenhuma atividade anormal ocorra, então algum componente interno pode queimar antes de alcançar os 100 °C, afinal, um processador não é composto apenas por transistores. Claro, tudo isso é mais teoria do que comprovado, afinal, poucas pessoas realizam experiências apenas para provar a temperatura exata em que uma CPU queima.
Existe a possibilidade de explodir?
Explosões podem acontecer na fonte de alimentação ou em algum capacitor da placa-mãe. Chipsets, placas de vídeo e processadores, por outro lado, contam com muitos transistores, os quais podem derreter, mas não explodir.
Mantenha seu computador sempre refrigerado
Dito tudo isso, você provavelmente deve ter notado que dissemos de forma detalhada algo que você já sabia: o calor é inimigo da eletrônica e da eletricidade. Portanto, nossa dica é manter os componentes do seu computador em baixas temperaturas. Instale um dissipador mais eficiente, adicione ventoinhas no gabinete e aplique pasta térmica nova na CPU.
Enfim, quanto menor for a temperatura, maior será o desempenho do seu computador. Para monitorar os componentes do seu PC, recomendamos que baixe o HWMonitor. Você já teve alguma experiência com calor excessivo na sua máquina? Deixe seu comentário.
Praga está sendo espalhada desde 2010 e é responsável por roubo de dados bancários.
Desde abril de 2010, um worm faz parte da vida de boa parte das pessoas que acessa o Facebook. Conhecido como Ramnit, a praga virtual rouba credenciais de perfis infectados (a infecção ocorre pelo clique em links maliciosos) e depois se espalha disseminando mais links falsos pela rede social.
Mas é preciso saber que o worm não é exatamente igual ao de dois anos atrás. Ele foi modificado e está mais poderoso. Segundo o Seculert (central especializada em ameaças virtuais), há mais de 45 mil credenciais nas mãos dos criminosos virtuais. O Ramnit é considerado um financial-data-stealing worm (worm de roubo de dados financeiros).
Apesar de várias pessoas possuírem dados de cartão de crédito no Facebook, o Ramnit utiliza a rede social para roubar informações que dão acesso a outros serviços, como email, contas bancárias e servidores corporativos. Com estes novos dados é que os criminosos realmente causam os prejuízos.
Com a maior praticidade e mobilidade das redes sem fio (Wireless), percebe-se um
aumento desse tipo de rede tanto nas residências quanto em empresas. Hoje, a dica é
sobre esse tema. Sobre um problema ocorrido no notebook de uma amiga (Carla Ceccopieri)
onde o mesmo não conectava a rede wireless de sua residência de forma alguma.
O notebook é um equipamento CCE-Win e que possui o Windows XP Professional - Service
Pack 3 como sistema operacional. Ao tentar acessar a sua rede wireless, o windows
identificava a existência de uma rede sem fio, a mesma era selecionada e, então, a senha digitada.
Após isso, o windows não conseguia finalizar a conexão apresentando um erro que
trazia a mensagem "Validando Identidade".
Não se assuste com o erro e nem refaça as configurações do seu roteador, pois a solução é simples, tanto que foi resolvido com um telefonema. Para corrigir esse problema, siga os
passos abaixo:
1) Abra as conexões de rede.
2) Clique com o botão direito na conexão de rede sem fio e clique em "Propriedades".
3) Na tela "Propriedades de conexão da rede sem fio", clique na aba "Redes sem Fio".
4) Veja que no quadro "Redes preferenciais" está a sua rede sem fio. Selecione-a e clique em "Propriedades".
5) Clique na aba "Autenticação" e DESMARQUE a opção "Ativar autenticação IEEE 802.1x
para esta rede".
6) Clique "OK" em todas as telas, reinicie o windows e teste sua conexão novamente. Vai funcionar!