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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Como enviar arquivos do PC para o celular usando o Wi-Fi


Esqueça os cabos e controle completamente seu Smartphone através do computador.

Transferir arquivos de um computador para um dispositivo Android nem sempre é uma atividade muito agradável. Principalmente quando você utiliza softwares de sincronização oferecidos pelas fabricantes dos aparelhos. Sendo assim, se você não quer mais saber de usar cabos e não abre mão de copiar documentos em alta velocidade, continue lendo este tutorial e siga nossas dicas.


Para ilustrar este artigo, vamos utilizar um dos melhores apps disponíveis para esta finalidade: o Android Air. Clique no link acima para conferir a análise completa e fazer o download do app.

Passo 1


Quando a instalação do aplicativo estiver terminada, execute-o e confira a tela inicial. Na primeira parte, é possível ver dois endereços web. Para iniciar a conexão, é preciso inserir um deles no navegador do seu computador.




Se preferir o primeiro, existem duas formas de estabelecer a conexão. A primeira e mais fácil é através do escaneamento de um QR Code que aparece na tela do PC. Para isso, toque no ícone de uma câmera na segunda parte da tela de conexão do app e aponte o sensor do dispositivo para o monitor. Fazendo isso, logo a conexão estará estabelecida.
A segunda forma é utilizar a senha que aparece ao lado do ícone da câmera no aplicativo para logar no campo “Senha” do navegador do PC.


Android: como enviar arquivos do PC para o celular usando o Wi-Fi


Passo 2



Assim que a conexão estiver estabelecida, no computador, será possível ver uma tela semelhante a uma Área de trabalho. Procure e clique no ícone “Arquivos” para continuar. Fazendo isso, uma janela será aberta, e você poderá ver todas as pastas presentes no seu cartão de memória.
Navegue pelo gerenciador de arquivos como se estivesse utilizando o Windows Explorer e abra uma pasta com um clique duplo. Agora, selecione algum arquivo e, no canto superior direito da janela, clique em “Download” para baixar o documento para o seu PC.


Android: como enviar arquivos do PC para o celular usando o Wi-Fi


Caso você precise enviar arquivos para o celular, com uma pasta aberta, clique em “Enviar” e, em seguida, em “Selecionar Pasta”. Com isso, você será capaz de navegar pelos diretórios do seu computador e escolher o que deseja enviar para o aparelho. Caso prefira, também é possível simplesmente arrastar e soltar documentos na área indicada.


Android: como enviar arquivos do PC para o celular usando o Wi-Fi


Passo 3



A ferramenta que escolhemos também permite consultar e alterar os seus contatos, instalar e desinstalar apps e ainda enviar e receber torpedos sem precisar tocar no smartphone. Para isso, escolha um dos itens na “Área de trabalho” do Android Air no seu navegador e deixe o seu dispositivo carregando a bateria longe de você, por exemplo.


Android: como enviar arquivos do PC para o celular usando o Wi-Fi


Nota: o Android Air também permite fazer capturas da tela do seu aparelho. Contudo, essa função só é possível em smartphones rootados.

Leia mais em: http://rmsolucoesemti.blogspot.com.br/ & Tecmundo
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quinta-feira, 12 de julho de 2012

Malware é capaz de infectar Windows, Mac OS X e Linux

Um novo malware foi detectado e utiliza arquivos JAR auto-assinados como parte de um ataque de engenharia social para instalar uma backdoor no sistema.
O arquivo JAR, que parece ter sido gerado com o Social Engineer Toolkit da TrustedSec, é capaz de instalar o malware no Windows, Mac OS X e Linux;quando um usuário permite sua execução, ele realiza o download do Shell de backdoor apropriado para a plataforma. O malware foi encontrado pela F-Secure em um site do “setor de transporte colombiano”.
Mais informações no site da Linux Magazine




Fonte: http://www.ubuntudicas.com.br
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sábado, 7 de julho de 2012

Dual boot ou máquina virtual: Qual é o melhor?

Dúvidas sobre qual dos dois métodos é o mais adequado para as suas necessidades? Confira este guia do Tecmundo e descubra.

Manter mais de um sistema operacional funcionando na mesma máquina tem sido um “truque” bastante útil para muitas pessoas. Mesmo assim, muitos ainda ficam em dúvida sobre em que situação se deve usar o Dual boot ou quando é melhor utilizar uma máquina virtual.

 

Consciente de que esta dúvida ainda paira sobre a mente de muitos dos nossos leitores, o Tecmundo elaborou este pequeno guia que pode ajudar você a entender melhor a ideia proposta pelos dois métodos, bem como a melhor situação para se usar cada um deles. Confira!

Primeiramente: para que serve isso?

Manter dois sistemas operacionais no mesmo computador é útil para situações em que você deseja acessar recursos exclusivos de um SO, mas sem precisar ter mais de um computador. O cenário de uso mais típico são as situações em que usuários de um computador Apple precisam executar programas que só rodam no Windows ou vice-versa.

Máquina virtual

A virtualização de um sistema operacional é especialmente útil para a situação descrita acima, já que ela permite que um SO seja executado “dentro” de outro. Assim, você poderia acessar o seu Windows no seu Mac como se ele fosse apenas mais uma janela na sua área de trabalho.
Existem vários programas que são capazes de fazer isso, sendo que o VMware e o Parallels são os mais utilizados. A desvantagem deste método é que os recursos de hardware da máquina são divididos entre os dois (ou mais) sistemas operacionais sendo executados, fazendo com que o desempenho fique bastante prejudicado.

     
Windows rodando virtualmente em um Mac via Parellels 

Além disso, o sistema operacional sendo virtualizado não tem acesso direto ao hardware, fato que fica evidenciado pela falta de performance ao rodar aplicativos mais pesados, como jogos ou ferramentas gráficas. Mesmo assim, a máquina virtual ainda é perfeitamente praticável caso você esteja acessando apenas programas mais simples, como editores de texto.

Dual boot

Já este segundo método funciona de uma maneira bem diferente. Nele, os dois sistemas operacionais são instalados de forma independente, e não “um dentro do outro” — como acontece na virtualização. Muitos até preferem colocar os dois SOs em partições diferentes do disco rígido justamente para distanciar os arquivos das duas máquinas.

                                  Assistente de dual boot do Boot Camp 

A escolha sobre qual dos dois sistemas operacionais que deve ser usado precisa ser feita ainda quando o PC está sendo inicializado, procedimento chamado de “Boot”. Assim, depois que o computador é iniciado, você vai poder acessar somente os documentos utilizados nos outros sistemas, sem a conveniência de poder executar os programas.
A vantagem deste método é que a máquina que foi inicializada tem total acesso aos recursos de hardware, sem precisar dividi-los com outro SO e sem perder em nada no desempenho. Como nada é perfeito, você não vai poder executar programas do Windows enquanto está trabalhando dentro do Linux, por exemplo.

                                Seleção de sistema operacional no GRUB 

Falando em Linux, as últimas versões das distribuições mais utilizadas, como o Ubuntu, oferecem a opção para instalar o sistema operacional dentro do Windows, com se fosse apenas mais um programa. Esta opção também instala a ferramenta GRUB automaticamente, e você já pode começar a usar o dual boot assim que a máquina reiniciar pela primeira vez.

E qual é melhor?

Na verdade, não é possível dizer qual dos dois métodos é melhor ou pior, apenas a situação mais adequada em que se deva usar um ou outro. Se a exigência for extrair o máximo de desempenho da máquina, não importando o sistema operacional usado, então a opção do dual boot é a que melhor se encaixa.
Agora, se existe a necessidade maior de se acessar recursos de vários sistemas operacionais ao mesmo tempo, então a virtualização dos sistemas operacionais pode vir melhor a calhar. Lembrando que é importante que você salve todos os seus dados antes de tentar utilizar este recurso, já que se trata de uma operação delicada e que nem sempre ocorre como o esperado.

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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Milhões de pessoas podem ficar sem acesso à internet na próxima semana

Manobra executada pelo FBI planeja desativar servidores DNS utilizados por criminosos.

 

Milhões de pessoas em todo o mundo podem ficar sem acesso à internet a partir do dia 9 de julho, data em que o FBI planeja desativar servidores DNS utilizados por criminosos. Isso deve ser feito para ajudar a eliminar o vírus chamado DNSCharger que, ao infectar os computadores, desvia a rota dos dados e envia informações direto para os bandidos.
Servidores DNS são sistemas que identificam os endereços na internet. Todos os sites são identificados por números IP, e o trabalho dos servidores DNS é associar esse número com um nome por extenso, para facilitar a navegação.
O que o vírus DNSCharger faz é direcionar o tráfego de dados alterando essa identificação. Caso a sua máquina esteja infectada, ao digitar o endereço por extenso, você vai ser levado para um site de propriedade dos criminosos.
Com o desligamento desses servidores, todas as pessoas que tiverem seus computadores infectados podem ficar sem acesso à internet, já que suas máquinas vão continuar buscando por endereços que não existem mais. O único jeito de voltar a navegar sem problemas é eliminar o vírus dos computadores. O FBI está implantando servidores DNS “limpos” temporários para substituir aqueles que serão desativados.
Seis estonianos por trás dessa fraude foram presos pelo FBI durante as investigações. O vírus DNSCharger se disseminou através dos meios tradicionais, como emails e malwares.













Fonte: CBC News 
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Balões de Hélio + iPhone

O pessoal da Pitzi prendeu um iPhone com a câmera ligada em alguns balões de hélio e o soltaram para poder ver São Paulo por outra perspectiva. Aqui está o primeiro passo do Programa Espacial da Pitzi, bem Legal:


Se a moda pega : -)
Fonte: Blog Pitzi
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6 Dicas de iPhone que você Realmente Precisa Saber

1. Zoe o  corretor automático do celular de seu amigo: 

Quando um amigo deixar o celular largado por aí, tente isto: vá emAjustes, depois em Geral, selecione Teclado e desça até Adicionar Novo Atalho. Agora você pode transformar uma palavra comum em algo engraçado. Por exemplo, sempre que seu amigo digitar “Ok” você pode fazer aparecer “Sempre, chuchu!” no lugar. Ou então troque “Vamos” por “Prefiro com mel”. Protip: Segure o riso quando ele voltar.

Pitzi Prank

2. Descubra o destino de um avião:

Alguma vez, já se perguntou sobre o destino de um avião que está voando perto de você? Se você tem o iPhone 4S, pergunte ao Siri ”ask Wolfram what flights are overhead”. Assim, seu celular fará uma pesquisa na busca do Wolfram Alpha e, juntamente com seu GPS, disponibilizará as informações de voo de todos os aviões próximos a você.

Pitzi Flights 

3. Tenha controle do número de caracteres de suas mensagens:

Então, você tem um iPhone, mas parte dos seus amigos não. Ao enviar mensagens, tudo que ultrapassar o limite de 160 caracteres será fragmentado em diversas mensagens ou até poderá não ser enviado por completo. Para garantir que suas mensagens não sejam longas demais, vá em Ajustes, depois em Mensagens e ative a Contagem de Caracteres.

Pitzi Text 

4. Vá para o topo da tela num piscar de olhos:

Às vezes, você precisa ler textos longos em seu celular ou descer para o final de sua lista de músicas. Se você quiser voltar sem ter que passar toda a tela do final para o topo, milhões de vezes, simplesmente toque o relógio na parte superior da tela. Isso o levará para o topo em milésimos de segundo!


Pitzi Scroll
5. Faça uma captura de tela!

Alguma vez, já quis “fazer um print screen” de uma SMS engraçada para enviar a um amigo ou postar no Facebook? Você pode “fotografar” o que estiver em sua tela pressionando os botões Início e Ligar/Desligar ao mesmo tempo.

Pitzi Screen Shot 

6. Não perca seu iPhone:

Faça o download do aplicativo “Find my iPhone”. Assim, se você perder seu celular, ou se ele for roubado, é possível descobrir seu paradeiro. Você poderá usar o aplicativo “Find my iPhone” de qualquer aparelho que tenha o iOS e a localização de seu celular será exibida.

Pitzi Find My Iphone














Fonte: www.pitzi.com.br 
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Dicas surpreendentes para consertar o celular danificado

Caiu na água, riscou a tela ou a bateria parou de funcionar? Descubra como reavivar seu aparelho 


Quantas vezes você perdeu um celular porque o deixou cair na água ou a bateria simplesmente pifou? Acidentes vivem acontecendo e nem sempre nos melhores momentos, já que para comprar um novo aparelho é necessário desembolsar uma graninha. Pensando nisso, a Pitzi , empresa especializada em aparelhos celulares, divulgou três dicas valiosas que podem te ajudar na hora destes incidentes.

Se seu celular caiu na piscina, molhou na chuva ou você deixou derrubar alguma bebida no aparelho, não se desespere, talvez você consiga reavivar seu dispositivo com esta dica. Primeiro de tudo, tire a bateria e seque o aparelho o máximo que der. Depois, deixe o celular e a bateria em um reservatório coberto com arroz por, pelo menos, uma noite. O arroz vai sugar a água que está no dispositivo, obviamente se não for um dilúvio e, com isso, ele volta a funcionar como antes. Lembre-se de não tentar secá-lo com nada que produz calor como secadores e microondas, pois este calor pode acabar com o seu celular.

Já se você riscou seu celular por ter deixado cair ou tê-lo deixado próxima de alguma chave, por exemplo, a dica é simples: use pasta de dente. Com um cotonete ou pedaço de algodão, passe uma pequena (pequena mesmo!) quantidade de pasta de dente sobre os riscos em movimentos circulares. Se os riscos não forem muito profundos, eles irão desaparecer ou pelo menos diminuir. Ao terminar, passe um pano levemente úmido e retire o excesso da pasta. Não exagere na quantidade da pasta e nem na umidade do pano, pois as telas são supersensíveis.

Por fim, caso seu celular não esteja carregando a bateria, a sugestão é usar uma borracha. Muitas vezes os contatos da bateria estão sujos e basta esfregar uma borracha comum suavemente nas áreas de contato para que ela volte a funcionar.



Gostou? Se tiver mais alguma dica para dar, compartilhe com a gente nos comentários abaixo















Fonte:  www.pitzi.com.br / Olhar Digital 
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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Nexus 7: saiba tudo sobre o tablet da Google






Desde que a Google lançou o smartphone Galaxy Nexus (em parceria com a Samsung), esperava-se que um tablet com a marca de Mountain View também fosse anunciado. E a espera terminou hoje, quando a empresa subiu ao palco da conferência Google I/O 2012 para revelar o novo aparelho: Google Nexus 7. E, pelo visto, ele vem para desbancar todos os concorrentes que já estão no mercado.
As razões que nos fazem pensar isso? Para começar, ele chegará às lojas por preços que se iniciam nos 199 dólares (sendo um dos mais baratos do mercado) e terá recursos de hardware capazes de deixar qualquer gamer de boca aberta, sendo um dos mais fortes da atualidade. Está curioso para saber o que está sendo prometido? Então fique atento às novidades trazidas aqui.

Apps oficiais ainda melhores


Alguns dos principais apps da Google estão disponíveis para o tablet Nexus 7. O principal deles é o navegador Google Chrome, que agora chega à versão final e estável, capaz de oferecer muito mais velocidade no carregamento de páginas da web. O Gmail também foi melhorado, garantindo uma melhor utilização em modos offline.

Outro app que foi alterado é o Google+, que agora ganhou uma versão especialmente pensada para tablets – e terá total integração com o Nexus 7. Por fim, o YouTube in HD garante melhores resoluções para o carregamento de vídeos e também melhor qualidade na interface de buscas e configurações.

“Feito para o Google Play”


Segundo a Google, todo o Google Nexus 7 foi criado para utilizar o que há de melhor na Google Play Store. Isso significa que o tablet terá acesso direto a diversos conteúdos incríveis da loja oficial do Android. Além dos já tradicionais e-books, jogos e apps, agora também há filmes, revistas e séries disponíveis.


Hardware forte e consolidado


Para trazer o tablet Google Nexus 7 aos consumidores, a Google firmou uma parceria com a ASUS e com a NVIDIA, sendo que os recursos oferecidos pelo aparelho são muito promissores. O melhor de tudo é que o aparelho possui apenas 340 gramas, mesmo com uma bateria forte que promete até 8 horas de utilização contínua.


  • Sistema operacional: Android 4.1 Jelly Bean;

  • Tela: 7 polegadas;

  • Resolução: 1280x800 pixels;

  • Câmera frontal: 1,2 megapixel;

  • Processador: NVIDIA Tegra 3 quad-core;

  • Processador gráfico: 12 cores (seis núcleos reais);

  • Memória RAM: 1 GB;

  • Memória de armazenamento: 8 GB ou 16 GB (sem expansão);

  • Recursos adicionais: GPS, giroscópio, acelerômetro, microfone e magnetômetro;

  • Conectividade: Wi-Fi, Bluetooth e NFC;

  • Dimensões: 19,8 cm x 12 cm x 1,04 cm;

  • Preço: US$ 199 (8 GB) e US$ 249 (16 GB).


  • Quando ele estará disponível?

    Pelo menos nos primeiros momentos, o tablet só está sendo pré-vendido pela loja virtual Google Play Store. O Google Nexus 7 estará disponível a partir da metade de julho no mercado dos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Reino Unido. Por enquanto, os consumidores brasileiros não terão acesso ao tablet (que ainda deve levar alguns meses até chegar aqui).






















    Fonte: Tecmundo

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    sexta-feira, 22 de junho de 2012

    700 MHz: Radiodifusores não vão abrir guarda para as Teles

    Se tem um ponto que parece claro ao fim do encontro de radiodifusores, promovido pela Abert em Brasília nesta semana, é que o setor não pretende ceder facilmente à cobiça das operadoras de telefonia pela faixa de 700 MHz. No mínimo, a radiodifusão insiste que é muito prematura qualquer discussão sobre o uso dessa frequência, mesmo após a transição para as transmissões digitais - até aqui prevista para ser concluída em 2016.

    “Essa faixa é especial no Brasil, pois diferentemente de outros países, aqui a radiodifusão continua crescendo. E como qualquer serviço que está crescendo, precisa de espaço, e espaço é espectro. E espectro para televisão é UHF”, afirma o diretor de planejamento e uso do espectro da Abert, Paulo Balduino.

    Além de questionar projeções internacionais sobre o crescimento da demanda por banda larga móvel, ele argumenta que o próprio conceito de dividendo digital é manipulado. Além disso, estaria sendo projetado para o Brasil tal dividendo nos mesmos 108 MHz dos Estados Unidos, país que sempre apostou no cabo e onde a importância da TV aberta é muito pequena.

    Mais do que isso, no entanto, um estudo realizado pela SET demonstra que ainda há dificuldades para acomodar todas as emissoras brasileiras no plano de migração para a TV digital. Tendo como cenário a região com a maior quantidade de emissoras, São Paulo, o estudo indica problemas de “espaço” para as TVs independentes e - mais complicado do ponto de vista político - as novas autorizações para emissoras públicas como os canais da Câmara dos Deputados e Senado, e as câmaras municipais e estaduais.

    “Quando esse processo começou, ainda em 2000, a ideia é que os canais analógicos ficassem ‘congelados’. E ainda temos que pensar na EBC, TV Justiça, Canal da Cidadania, etc”, diz André Cintra, da SET, um dos responsáveis pelo levantamento. Para garantir uma acomodação eficiente de todos, tanto ele como Balduino sustentam que após a transição ainda será preciso um período de otimização do uso das frequências - e só a partir daí se pensar em “sobras”. “É muito prematuro querer gerar um dividendo digital hoje”, afirma Cintra.

    A Abert sustenta que o Brasil não pode replicar um modelo de países onde a radiodifusão é pequena e em queda - como nos EUA. Mesmo o cenário europeu - onde a TV aberta ainda é a principal fonte de informação para 50% das pessoas e o dividendo digital ficou em 72 MHz - não seria aplicável por aqui. “Pela lógica, pelo mercado em crescimento, o Brasil não pode ter o modelo americano nem o europeu”, insiste Balduino.

    Para ele, a “febre” da harmonização global de uso do espectro precisa ser relativizada - como por sinal sustenta a própria UIT, que prefere listar um cardápio de opções de frequências aos diferentes países. Além disso, lembra o diretor da Abert, a caça por espectro é alimentada por projeções que, até aqui, não se sustentam.

    “Segundo essas projeções, hoje mesmo os dispositivos móveis usariam, em geral, 100 Mbps. E a banda larga fixa já seria de 1 Gbps. A realidade é muito diferente e não alcançamos sequer o que se esperava de demanda para 2005”, afirma. E completa: “Toda essa caça, mesmo no Brasil, é baseada apenas em projeções internacionais. Não vemos nenhum estudo nacional sobre demanda da banda larga móvel”.











    Fonte: Bradesco

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    quarta-feira, 20 de junho de 2012

    ANÁLISE: Asus Radeon HD 7750

    Confira a análise completa da placa de vídeo ASUS Radeon HD 7750. Este modelo vem levemente overclockado a 820 MHz (a referência trabalha a 800 Mhz) e conta com um sistema de cooler diferenciado para proporcionar melhor performance térmica e níveis de ruído mais baixos.
    Realmente é ASUS.







    Fonte: Fundação Bradesco.
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